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Meio Palmo Acima do Joelho

Meio Palmo Acima do Joelho

Night out with Mr. Dijsselbom.

Como orgulhosa mulher do sul da Europa que sou, não posso deixar de me sentir particularmente ofendida com as declarações proferidas recentemente por aquele senhor holandês de orelhas e carapinha encaracolada esquisita e que por acaso até é o presidente do Eurogrupo. Pelos vistos considera-nos a nós, mulheres, como uma espécie de mercadoria para todos aqueles nossos conterrâneos do sexo oposto, com os quais partilhamos este solarengo habitat mediterrânico e que tanta inveja deverá causar lá para aquela Holanda suportada a diques de betão e muita cerveja, já agora, a grande maioria dela fabricada artesanalmente para não pagar impostos. Basta ver o número de aviões que aterram nos nossos três aeroportos internacionais semanalmente, em especial o do sul, provenientes daquelas paragens, cheios de cenourinhas de olhos esbugalhados em busca do melhor vinho e da melhor teta e rabiosque que nasce, cresce e floresce nestas paragens. E nem sequer vou considerar que esse tal de Dijsselbom se referia a nós, senhoras com ar mediterrânico, como profissionais daquela que é considerada a mais velha profissão do mundo. Vou ingenuamente acreditar, com todas as minhas forças, que ele estava a dissertar sobre o modo como os nossos lindos e maravilhosos machos latinos se endividam continuamente para nos oferecer aqueles vestidos, carteirinhas, laboutins e perfumes que tanto adoramos e que depois, de braço dado com eles, desfilamos pelos inúmeros e encantadores restaurantes que existem neste jardim à beira-mar plantado e onde adoram levar-nos, nem que para isso tenham de ficar o resto da semana a comer panados e sandes de atum, ou a pedinchar a marmita à mãe.

Sendo assim e com o intuíto de demonstrar ao senhor Dijsselbom que ele está redondamente enganado e que tais hábitos regulares que ele citou, quer deste, quer de outros povos do sul da Europa, até contribuem enormemente para vigor económico e não só, de toda uma União Europeia (considero que a produtividade no trabalho tem uma relação direta com uma vida sexual activa e saudável por parte do trabalhador e que o álcool pode desempenhar aqui um papel desinibidor importantíssimo), estava a pensar em convidá-lo para sair e mostrar-lhe como tudo isto funciona e em que assenta esta minha teoria de que sexo e álcool são verdadeiros bálsamos económicos. O que vos parece?

Ora bem, para colocar o meu plano em marcha, encontrar forma de comunicar com ele não deve ser propriamente complicado, até porque se repararmos bem na figura, o mais certo é que esteja inscrito num ou vários dos inúmeros sites amorosos e de encontros que proliferam pela internet. Lá terei eu o trabalho de ter de criar um perfil com um conjunto de fotografias minhas todas catitas, de corpo inteiro, tiradas dos mais diversos ângulos e onde não falte um exemplar de biquini, outra imagem com um look mais casual e outra com um vestido ou conjunto mais clássico, até porque, sinceramente, não estou a vê-lo na esquina de um bar e muito menos de copo de whiskey na mão, a engatar uma colega da nossa equipa ou, de modo cavalheiro, a oferecer o seu lugar numa fila do bodegão ou da farmácia da esquina, apenas duas das formas mais eficazes que um homem tem de encontrar a mulher da sua vida (já agora, para quem não sabia estas três estratégias ou nunca tinha pensado nelas, fica a dica). Sim, porque se ele fizesse qualquer uma destas coisas e eu estivesse presente, certamente que ele morderia, mas sem ser no sentido literal, atenção, o isco.

A ideia será então uma noite com este senhor, de preferência bem comida (?) e regada e com direito a (quase) tudo, ou seja, um restaurante caro mas onde se coma bem, um cocktail de bebidas num sítio sossegado e onde a conversa possa fluir de modo escorreito sem grandes influências externas e depois uma estadia num dos melhores hóteis do país, com direito a spa, pequeno-almoço, limpeza facial, massagem e terapia de esquecimento, no dia seguinte. Com todas estas condições, acredito que no dia seguinte ele estará não só a rebater a afirmação que fez a um jornal alemão e que tanta controvérsia tem gerado, como também a defender exatamente o contrário. E eu, possivelmente, estarei a ser convidada para nova ministra das finanças da Holanda.

Gostaria apenas de ressalvar que, como é evidente e para que não haja equívocos, na hora da verdade e à boa maneira do que fazem os países do sul, no momento em que ele achasse que era o momento de lhe pagar com este corpinho que Deus me deu todas as benesses dessa noite que ele, feito Banco Central Europeu, me proporcionou, esquivar-me-ia com a desculpa de uma bela de uma enxaqueca, um jogo do Benfica em casa, ou então uma entorse repentina por causa do salto alto que revirou ao sentar-me ao seu lado na cama, isto se ele já não tivesse aterrado com toda a dose de álcool que emborcou sem ter percebido como, hipnotizado como estava com o maravilhoso decote que esteve a noite toda mesmo ali defronte daqueles olhinhos e com o par de pernas que permaneceu, nos vários locais onde estivemos, continuamente e de modo maroto mal cruzado. Cá para mim ele deve ser é muito danado para a brincadeira e anda a ver se despista alguém. Seja como for, eu acho que apostaria as minhas fichas num look deste género para essa saída, que vos parece?

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Ecos de um compromisso.

Dançando de passo apressado, ruborizada, desgovernada, inquieta, assustada, envergonhada e até sentida, passeio fora, numa avenida cheia de carros a apitar e de pessoas compenetradas com os seus dilemas existenciais, ao sabor de um vento que insiste em soprar com uma intensidade anormal para a época, cheguei finalmente ao ponto mais longínquo do local de partida e encostei-me áquele semáforo que teimosamente demorava, até com um certo ar de gozo, a dar-me prioridade de passagem, enquanto desconstruia na minha mente tudo aquilo que me tinha sucedido poucos minutos antes.

Era uma manhã normal de trabalho. O blazer impecavelmente pendurado no encosto do meu cadeirão aconchegava-me a leve brisa que uma janela entreaberta nas minhas costas deixava entrar para arejar um espaço humidificado por semanas inteiras de um inverno de rigores e enquanto alguns colegas riam baixinho, de telemóvel em riste, outros, com ar sério, desfolhavam vários dossiers, em busca daquela informação periclitante que os permitisse descer para o almoço com a sensação de dever cumprido. Pouco depois era informada da chegada do meu esperado segundo compromisso da manhã (o primeiro, de outro género completamente diferente e nada profissional, tinha sido ainda em casa, no meu leito, porque é nas madrugadas que o dia começa).

Descruzei as pernas, passei as mãos ao de leve para ajeitar a saia de pele preta, que terminava impecavelmente meio palmo acima do joelho, alinhei o cabelo com dois ou três dedos, firmei os calcanhares contra a palmilha do stilleto prateado e levantei-me com a minha habitual descontração, segurança e sobranceria, para me dirigir à porta do gabinete. Aí chegada, ofereci o meu melhor sorriso, sem falsas hipocrisias, verdadeiro e honesto, estendi o meu braço e ofereci a minha mão para um cumprimento formal, mas até algo caloroso, seguindo-se a já esperada mudança de direção rumo à minha secretaria onde, antes de me recostar, deixei o obrigatório convite, com outro sorriso, para que a cadeira defronte da minha, do outro lado do tampo da mesa, fosse devidamente ocupada.

A conversa demorou o tempo esperado, uma meia hora, com o maior profissionalismo possível, os assuntos tratados foram debatidos com interesse e tudo sucedeu de modo expedito, sem surpresas, com o sumo da reunião a corresponder e a superar até as expetativas iniciais de ambas as partes. No final, estando já ambos de pé, um novo cumprimento, o acompanhamento da praxe até à saída, com mais um sorriso e, no regresso, um desvio à casa de banho porque a bexiga desde a segunda metade da reunião tinha decidido, sem contemplações, dar sinais de si.

Em dois minutos a bexiga ficou aliviada e o serviço despachado na sanita branca forrada a renova de dupla folha. Levantei-me, ajeitei com um malandro abanar de ancas a cuequinha, a meia de vidro e a saia quando, de repente, ao verificar se a blusa estava bem esticada e alinhada, o universo parou de girar, os ponteiros dos relógios estagnaram e tudo parou em redor! O pânico apoderou-se de mim, fiquei a tremer descontroladamente, atónita e surpresa... Como é que foi possível que durante toda aquela reunião a minha blusa tenha estado com dois estratégicos e fulcrais botões indevidamente desabotoados?

Upssss... Ele está-me a ligar, quer reunir-se de novo comigo amanhã. Diz que considera haver alguns aspetos da proposta inicial e posteriormente aprovada que precisam de ser melhor escalpelizados e que prefere fazê-lo pessoalmente e o mais rápido possivel! Não precisava era de ser logo dois dias depois...

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Gosto de saias.

Gosto de saias, confesso. Talvez até goste ainda mais de vestidos do que de saias, mas se me puser agora aqui a falar de vestidos, enfim... isso já seria abusar demasiado da vossa paciência e expôr-me ao ridículo de dissertar sobre uma dimensão estratosférica das coisas de que materialmente mais gosto. Falar de vestidos até se torna, às vezes, na proporção exata, algo obsessivo, confesso. Entusiasma-me de tal modo que pode, nos momentos de maior furor, fazer-me perder um pouco a razão e a noção do razoável. Mas voltando às saias, digo e repito: Gosto de saias. E gosto tanto que não percebo como há mulheres que não gostam... E não me venham com a desculpa da anca demasiado larga, ou do glúteo mal definido, da coxa bastante grossa ou da perna curta com que a mãe natureza presenteou. Nesta vida, só não há remédio para aquilo que nós sabemos...

Ao contrário do que acontece com a esmagadora maioria das mulheres, eu tenho uma dificuldade enorme de, no dia-a-dia, vestir um par de calças. E até gosto muito de jeans, por exemplo, e às vezes apetecia-me usá-los mais, principalmente os dois pares push-up que estão pendurados no meu closet, admito. E esse é um dos meus maiores pontos fracos, no que à minha apresentação diz respeito, também por causa da profissão que me obriga a algum rigor na escolha diária do meu look. Mas há outro aspeto da minha existência que justifica este gosto.

Gosto de saias, confesso. E nesse tal aspeto há dois factores que influenciam decisivamente esta constatação, óbvia para aqueles que melhor me conhecem, porque já sabem muito bem o que a casa gasta. Refiro-me, por um lado, à educação algo puritana que recebi, de uma mãe ainda mais feminina que eu, que me mostrou duas realidades distintas. De uma delas eu fugi a sete pés e procuro fazer sempre o oposto, até porque sei que se ela fosse tão livre no seu tempo como eu sou no meu, seria como eu. Refiro-me a um exacerbado conservadorismo e uma rigidez de regras e comportamentos familiares e sociais que defendiam, por exemplo, que uma senhora não pode, em circunstância alguma, distanciar-se daquilo que seriam, na gíria comum, as atitudes certas de uma mulher. A outra coisa que aprendi com a minha mãe, e essa eu procuro imitar ao máximo, quer na filosofia quer no modus operandi, foi a noção de feminilidade, geralmente levada por ela quase até ao extremo. E acaba por ser neste traço do caráter dela de que eu me apropriei com um certo deleite e com unhas e dentes, que entra este meu gosto por saias.

Hoje escolhi esta... Chegou a ser dela, da minha mãe. Foi restaurada depois de ter sido descoberta num baú da garagem juntamente com outras preciosidades e tecidos que ainda aguardam destino... E restaurei-a cuidadosamente e com amor, de certeza com o mesmo amor com que um rapaz se responsabiliza por aquele carro ou aquela motorizada antiga que foi do pai e que ele também quer um dia conduzir para o homenagear e porque ele era para si um modelo. As saias e os vestidos são os veículos que eu tenho para conduzir que a minha mãe me deixou... E sou feliz por poder dar vida a alguns!

Look Moda Cristã:

 

O body da Inês

Ainda na sequência da última publicação deste blogue e depois de ter visto o maravilhoso body transparente preto que a Inês Castelo Branco usou no episódio de ontem de Amor Maior, senti-me inspirada a criar um look que tivesse como ponto de partida uma peça algo semelhante, de modo a criar um conjunto mais ao meu gosto, em vez do tailleur calça / casaco que ela usava e que não apreciei particularmente. Eis o resultado...

Já agora, viram o body? O que acharam?

E já agora, se tens curiosidade em conhecer os meandros de uma família realmente bonita e feliz, o blogue A nossa vida!!! é o espaço ideal... Passa por lá! ;)

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Work outfit - I must have.

Na minha atividade profissional sou confrontada quase diariamente com a necessidade de criar um outfit onde consiga conjugar os meus gostos pesssoais, eminentemente clássicos, com algumas das peças must have dos looks de estilo mais executivo e, tendo em conta, as últimas tendências de moda para a estação mais quente que se aproxima, acabei por reunir um conjunto de peças que entraram diretamente para a minha wishlist.

O vestido é sempre o ponto de partida para o look e no que diz respeito aos vestidos sociais para o dia a dia, a primeira coisa a se pensar é no ambiente do local de trabalho. Em casos onde o ambiente é mais formal e clássico, os vestidos devem ser mais discretos, enquanto que ambientes mais leves permitem certa diversificação em cores e modelos. Depois, os sapatos e os acessórios, podem muito bem ser escolhidos à luz do nosso humor momentâneo e da nossa imaginação. Adorava conjugar todas estas peças... Que acham delas?

 
 
Casaco
 
Sapatos
 
Bolsa
Brincos
 

Dia da wishlist.

Hoje é o dia da mulher, uma efeméride perfeita para lançarmos aquele ataque mortífero e inabalável sobre a nossa cara metade em busca de algo que esteja na nossa wishlist secreta há já algum tempo. Desculpem lá se pareço uma materialista assanhada, mas há datas que não se podem deixar passar em claro e esta é, sem dúvida, uma delas.

Eu até acho que não faz qualquer sentido que esta efeméride exista, até porque, de certo modo, estigmatiza ainda mais aquela infeliz ideia de que somos o sexo fraco e que a nossa inteligência e a nossa resistência física, entre outras caraterísticas, ficam aquém do sexo dos peludos e dos barbudos. Seja como for, pelo menos usemo-lo em nosso proveito, mais que não seja para recordarmos ao outro lado da barricada que sem nós eles não são ninguém e que somos muito mais queridas, atenciosas e dedicadas quando eles nos satisfazem algum capricho... Nem que seja só três ou quatro vezes por ano. Não se acanhem!! Hoje já mandei um sms com este link!

 

 

Wedding Silly Season 2017 - I must have...

Na próxima primavera começa a wedding silly season de 2017 e como no ano passado não tive nenhum destes cada vez mais maravilhosos testemunhos de (oxalá que não...) verdadeiros enterranços a dois, este ano vou levar com três!!!

Adoro (??) sempre estas tão singulares festas, onde do álcool em catadupa até à comida em exagero, passando pelo que de pior vão ditando as últimas tendências de moda, acontece e vê-se um pouco de tudo! Se no início da cerimónia é ver quem tem o penteado mais alinhado, a echarpe mais brilhante e bem passada, o salto mais alto, o decote mais profundo, a coxa mais ao léu ou a carteira mais brilhante e o companheiro, amigo, namorado, amante ou animal de estimação (aparte I: sim, já vi alguns animais de estimação em casamentos... e vestidos. Aparte II: Muitas vezes é quase impossível perceber a linha que separa o amante do animal de estimação), mais a condizer com todo o conjunto (como se aquele que nos dá o braço e nos passa a mão na nádega, de vez em quando, significasse o mesmo que aquele napron que está na estante da televisão lá de casa e que dá o toque identitário a toda a decoração da sala), o final de noite é sempre o habitual...

No final de um casamento o carro dos noivos está cheio de gel de barbear e penduram-se cuecas fio dental nos pára-brisas, enquanto alguns desviam marmitas de cabrito e arroz branco pela porta do cavalo e existe uma pista ao rubro, com o noivo desfraldado e a noiva descalça. A pista atinge o rubro quando dança(?) tudo alinhado num comboio repleto de apalpanços marotos dos primos afastados que aproveitam para se vingar por nunca termos querido jogar ao quarto escuro com eles, tudo isto ao som do que de melhor se vai compondo no universo musical pimba (estou a pensar não arranjar as unhas dos pés para fazer furor na pista quando o DJ colocar Maria Leal).

Depois, na hora das despedidas, nunca faltam aqueles sempre apetecíveis beijos melosos, de excelente qualidade em termos de hálito e geralmente molhadinhos, dados por aquelos tios que ainda são piores que os primos na ciência do aproveitanço vs esfreganço e por aquelas tias que não vemos há décadas e que nos fazem sempre o favor de nos recordar que estamos iguaizinhas àquele tempo em que borrávamos as fraldas de pano que elas lavavam no rio ou no tanque comunitário para onde iam uma tarde inteira, esfregar apenas duas e três, só para falarem da vida alheia de toda uma aldeia e arredores.

Portanto, e voltando à ideia inicial deste post, como eu gosto de me prevenir antecipadamente, ando já a pensar no outift para cada uma das três ocasiões e a chegar à brilhante conclusão que preciso, urgentemente, de adicionar ao meu arsenal nuclear de vestidos de destruição maçica, um trapinho novo longo, fluído e que oscile entre o rosa e o nude.... Encontrei este e acho-o simplesmente perfeito. Que vos parece?

Foto de OH PRA MIM.

Óscares 2017 - O meu look preferido.

Este ano tive poucas hipóteses de analisar friamente e com olhos de ver a red carpet da 89.ª edição dos Óscares e por isso não publiquei o habitual post sobre o evento. Seja como for, não posso deixar passar em claro aquele que foi para mim o grande outfit da noite, o Armani Privé de Emma Roberts que certamente se terá inspirado na minha proposta de look, publicada há alguns dias, no momento de decidir. Obrigada Emma, sempre que precisares, já sabes!

Este look que me transportou até aos gloriosos anos cinquenta, fascinou-me não só pelo lindo trapinho, cujo nude da saia combina na perfeição, na minha modesta opinião, com o seu tom de pele e com a parte de cima, que tem um decote fabuloso, mas também porque quer o cabelo quer a make up estavam perfeitas!

E tu... qual foi o teu look preferido da última edição dos Óscares?

Resultado de imagem para emma roberts oscars red carpet 2017

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Beijos...

Nunca vos aconteceu verem esta afirmação contrariada quando a segunda parte da mesma dura várias semanas, fica cada vez mais apimentada de dia para dia, chegando ao ponto de haver distrações da parte de ambos, precalços e até quedas e depois o momento inicial acaba por acontecer no local mais improvável e no momento do dia menos aconselhado, sem haver uma única troca de palavras anterior entre ambos, nem um simples bom dia ou olá e tudo se desmorona porque do lado de lá a única sensação que se obtém, nada romântica e sexy, é de uma pura e simples mistela de odor a coentros misturados com cebolada, peixe frito, arroz de feijão e tinto alentejano daquele de garrafão?

The best kiss is the one that has been exchanged a thousand times between the eyes before it reaches the lips.